quinta-feira, 13 de junho de 2019

2.1.5 Interface de rede virtual

Em certos casos é vantajoso atribuir mais do que um endereço a um sistema. Se o sistema tem várias interfaces de rede, basta atribuir endereços diferentes a cada uma. No caso de haver apenas uma ligação de rede, é possível criar interfaces virtuais. Assim, a partir de uma interface eno1 são criadas uma ou mais interfaces virtuais, eno1:0eno1:1, etc.

Configuração

A configuração de uma interface virtual é efetuada no ficheiro /etc/network/interfaces:
# This file describes the network interfaces available on your system
# and how to activate them. For more information, see interfaces(5).

# The loopback network interface
auto lo
iface lo inet loopback

# The primary network interface
# allow-hotplug eno1
# iface eno1 inet dhcp

# Static IP address
auto eno1
iface eno1 inet static
        address 192.168.1.100
        netmask 255.255.255.0
        network 192.168.1.0
        broadcast 192.168.1.255
        gateway 192.168.1.1

# Virtual interface
# Static IP address
auto eno1:0
iface eno1:0 inet static
        address 192.168.1.101
        netmask 255.255.255.0
Na configuração da interface eno1:0 só são definidos os parâmetros address e netmask, uma vez que os restantes parâmetros são iguais aos da interface eno1.
Graças à linha auto eno1:0, no ficheiro /etc/network/interfaces, a interface virtual será automaticamente activada a cada arranque do sistema. Por agora, ativar manualmente a ligação:
root@server:~# ifup eno1:0
Associar um nome de sistema ou hostname ao novo endereço, no ficheiro /etc/hosts:
127.0.0.1       localhost
192.168.1.100  server.home.lan server
192.168.1.101  virtual.home.lan virtual

# The following lines are desirable for IPv6 capable hosts
::1     localhost ip6-localhost ip6-loopback
ff02::1 ip6-allnodes
ff02::2 ip6-allrouters

Verificação

O comando ifconfig deverá mostrar a interface virtual eno1:0 activada, com o endereço IP e demais parâmetros atribuídos:
root@server:~# ifconfig
eno1: flags=4163<UP,BROADCAST,RUNNING,MULTICAST>  mtu 1500
        inet 192.168.1.100  netmask 255.255.255.0  broadcast 192.168.1.255
        inet6 fe80::d6ae:52ff:fec5:4e01  prefixlen 64  scopeid 0x20<link>
        ether d4:ae:52:c5:4e:01  txqueuelen 1000  (Ethernet)
        RX packets 218167200  bytes 191175932825 (178.0 GiB)
        RX errors 0  dropped 1704  overruns 0  frame 0
        TX packets 226986879  bytes 225966867470 (210.4 GiB)
        TX errors 0  dropped 0 overruns 0  carrier 0  collisions 0
        device interrupt 16

eno1:0: flags=4163<UP,BROADCAST,RUNNING,MULTICAST>  mtu 1500
        inet 192.168.1.101  netmask 255.255.255.0  broadcast 192.168.1.255
        ether d4:ae:52:c5:4e:01  txqueuelen 1000  (Ethernet)
        device interrupt 16

lo: flags=73<UP,LOOPBACK,RUNNING>  mtu 65536
        inet 127.0.0.1  netmask 255.0.0.0
        inet6 ::1  prefixlen 128  scopeid 0x10<host>
        loop  txqueuelen 1  (Local Loopback)
        RX packets 186225885  bytes 154799856220 (144.1 GiB)
        RX errors 0  dropped 0  overruns 0  frame 0
        TX packets 186225885  bytes 154799856220 (144.1 GiB)
        TX errors 0  dropped 0 overruns 0  carrier 0  collisions 0
O comando ping permite verificar se um servidor está acessível e a responder a comunicações em rede:
root@server:~# ping -c3 virtual
PING virtual.home.lan (192.168.1.101) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 192.168.1.101 (192.168.1.101): icmp_seq=1 ttl=64 time=0.048 ms
64 bytes from 192.168.1.101 (192.168.1.101): icmp_seq=2 ttl=64 time=0.045 ms
64 bytes from 192.168.1.101 (192.168.1.101): icmp_seq=3 ttl=64 time=0.040 ms

--- virtual.home.lan ping statistics ---
3 packets transmitted, 3 received, 0% packet loss, time 2040ms
rtt min/avg/max/mdev = 0.040/0.044/0.048/0.006 ms

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

DWService




DWService oferece um serviço que permite o acesso a sistemas remotos utilizando um navegador web padrão.
Suponha que você esteja em qualquer lugar do mundo tendo a necessidade de usar seu computador doméstico, você pode iniciar o navegador web de qualquer dispositivo, conectar-se ao site DWService e imediatamente obter o controle do computador.
Como isso é possível? Muito fácil, registe-se no DWService e instale DWAgent no seu computador doméstico.

Para iniciar o serviço (geralmente também está no menu de início e no início automático): 
 
/usr/share/dwagent/native/dwagent
 
Para configurar o serviço depois de ter sido instalado
(por exemplo, altere o código de instalação, ative / desative): 
 
/usr/share/dwagent/native/configure
 
 

terça-feira, 1 de março de 2016

Lixeira Global 

Compartilhamento SAMBA


Lixeira
 
Quando o Backup é feito apenas no final do dia, e quando algum usuário exclui acidentalmente algum arquivo do Servidor SAMBA a solução é:
 
Criar uma Lixeira Global no Samba:

Vamos a Receita:

Adicione no global do samba as linhas abaixo:

vim  /etc/samba/smb.conf
## Config da Lixeira no Global do Samba

vfs objects = recycle
recycle:keeptree = yes
recycle:versions = yes
recycle:repository = /var/samba/lixeira/%U
recycle:exclude = *.tmp, *.log, *.obj, ~*.*, *.bak, *.iso
recycle:exclude_dir = tmp, cache


Agora criar o diretório /var/samba/lixeira onde será armazenado o lixo.

mkdir -p /var/samba/lixeira
chmod 777 /var/samba/lixeira

Criar na sessão de compartilhamento a lixeira
## Configuração a Lixeira como um Compartilhamento

[lixeira]
path = /var/samba/lixeira
browseable = yes
writable = yes
public = yes


depois é só reiniciar o samba..

#
service smb restart

Pronto Simples assim :)

Fonte:
Powered Linux :-)

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Alterar nome de interface de rede: eth0 para ethx

Alterar nome de interface de rede: eth0 para ethx


O Debian Linux possui um arquivo que permite alterar os nomes das interfaces de rede: eth0, eth1 etc. Este arquivo no Lenny é o /etc/udev/rules.d/70-persistent-net.rules.

Para editá-lo utilizando o editor:


# vi /etc/udev/rules.d/70-persistent-net.rules

# PCI device 0x8086:0x105e (e1000e)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:15:17:xx:xx:xx", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth0"

# PCI device 0x14e4:0x165a (tg3)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:1e:68:xx:xx:xx", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth2"

# PCI device 0x8086:0x105e (e1000e)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:15:17:xx:xx:xx", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth1"
 


Altere o nome da interface conforme a necessidade; onde estiver o "eth0" altere para "eth1" ou para qualquer eth que você quiser e pronto.



Fonte:
Michel de Souza

VirtualBox via linha de comando

 

Introdução

Embora no início o VirtualBox fosse visto por muitos apenas como um concorrente gratuito ao VMware, ele cresceu muito em recursos, acabando por se tornar a plataforma de virtualização mais usada em ambiente doméstico. Além de oferecer uma gama muito grande de recursos e opções de configuração, ele é bastante fácil de usar e é inteiramente multiplataforma, rodando sobre o Linux, Windows, Solaris e etc.


 Além de todas as opções visuais, o VirtualBox também oferece vários utilitários de linha de comando para controle e modificação das máquinas virtuais, que oferecem opções adicionais. O principal deles é o VBoxManage, que permite acionar as VMs diretamente via linha de comando (sem precisar primeiro abrir a janela principal do VirtualBox), permitindo até mesmo criar e deletar VMs diretamente, sem precisar passar pela interface principal. Para iniciar uma VM já configurada, use-o com o parâmetro "startvm", seguido pelo nome da VM entre aspas (caso ele contenha espaços), como em:

$ VBoxManage startvm "Windows XP"

Embora o processo seja complexo (útil apenas você esteja criando scripts ou uma interface própria) ele pode ser usado também para criar uma VM diretamente via linha de comando, como em:

$ VBoxManage createvm -name "Slack" -register
O problema nesse caso é que a VM será criada usando as configurações padrão (apenas 128 MB de RAM, sem disco virtual, etc.). Para criar o disco virtual, você usaria o comando a seguir, especificando o arquivo (para manter as coisas organizadas, crie um arquivo .vdi dentro da pasta da VM com o mesmo nome) e o tamanho máximo (em MB). O default é já criar um disco de tamanho variável:

$ VBoxManage createhd --filename /mnt/sda6/VMs/Slack/Slack.vdi --size 10000 -register
Este HD virtual precisa ser ainda ataxado à VM, um processo um pouco complicado devido ao grande número de parâmetros necessários:

$ VBoxManage storagectl "Slack" --name "SATA Controller" --add sata $ VBoxManage storageattach "Slack" --storagectl "SATA Controller" --port 0 --device 0 --type hdd --medium /mnt/sda6/VMs/Slack/Slack.vdi
Para ataxar um arquivo ISO como drive óptico virtual, os comandos seriam:$ VBoxManage registerimage dvd /mnt/ISOs/Slackware.iso
$ VBoxManage storagectl "Slack" --name "IDE Controller" --add ide
$ VBoxManage storageattach "Slack" --storagectl "IDE Controller" --port 0 --device 0 --type dvddrive --medium /mnt/ISOs/Slackware.iso
A quantidade de memória RAM, juntamente com outros parâmetros pode ser modificada usando a opção "modifyvm", como em:
$ VBoxManage modifyvm "Slack" --memory 512 --vram 32 --boot1 dvd


O VBoxManage suporta um volume assustadoramente grande de opções, incluindo até mesmo muitas que não estão disponíveis na interface gráfica (você pode até mesmo modificar a tela do BIOS virtual). Você pode ver uma descrição delas no "man  VBoxManage". Um bom exemplo de opção que está disponível apenas através dele é a "modifyhd", que permite redimensionar um disco virtual previamente criado, muito útil em situações em que você precisa de mais espaço disponível:

$ VBoxManage modifyhd /mnt/sda6/VMs/Slack/Slack.vdi --resize 20000
Neste exemplo, redimensionamos o disco virtual criado no exemplo anterior para 20.000 MB, que dentro do cálculo dos fabricantes equivale a 20 GB. Veja que neste comando especificamos diretamente o arquivo e não a VM. Para ver todas as informações sobre uma VM diretamente pelo terminal, use o parâmetro "showvminfo":

$ VBoxManage showvminfo Slackware
Continuando, temos também a opção de inicializar VMs em modo headless, onde a VM inicia normalmente e fica acessível via rede como de costume, mas a janela gráfica com o desktop não é aberta. Este modo oferece a vantagem de economizar recursos em situações onde você está configurando uma VM como servidor ou como algum tipo de appliance para a qual a janela gráfica seria simplesmente uma distração ou em casos em que esteja rodando o VirtualBox em um servidor remoto. O comando em si é simples:
$ VBoxHeadless -s "Slack" &
Em qualquer um destes casos, você começaria criando a VM e instalando o sistema operacional da forma usual, configurando a rede e ativando o SSH, RDP ou outro sistema de acesso remoto. Uma vez que a VM estiver configurada, aí sim você pode passar a usá-la em modo headless. No caso de um servidor remoto, você poderia copiar a pasta com uma VM já configurada. Para desligar uma VM aberta desse modo, recorremos novamente ao VBoxManage, usando o parâmetro "controlvm":

$ VBoxManage controlvm "Windows XP" poweroff


Além do "poweroff", que como esperado desliga a máquina, ele suporta também os parâmetros "reset", "pause", "resume" e "savestate". Outro comando interessante é o VBoxSDL, que é a minha "interface" preferida para o VirtualBox. Ele oferece como diferencial o fato de rodar a VM em uma janela "limpa", sem todos os menus e indicadores que seriam exibidos normalmente. Além de permitir ganhar tempo (você pode inclusive colocar os comandos em ícones no desktop para acesso rápido às VMs) isso libera mais espaço útil na tela, ajudando a quem usa um notebook ou monitor de resolução mais baixa. Basta usar o comando "VBoxSDL -vm", seguido do nome da VM, como em:

$ VBoxSDL -vm "Windows XP"


O VBoxSDL é muito prático para quem já está habituado com os atalhos usando as teclas Host que mostrei no início (Host+F, Host+H, Host+C, etc.) que permitem controlar o status da máquina virtual com poucos cliques, iniciando e parando-as com muita agilidade.

Uma pequena dificuldade nesse caso é que o VBoxSDL não lê a configuração da tecla de host definida na interface (já que ele é completamente independente dela) usando sempre a tecla Ctrl direita, que é o default. Caso você queira usar outra tecla, comece usando o "VBoxSDL --detecthostkey " que vai exibir uma janela onde você pode pressionar a nova tecla para obter o identificador dela, te devolvendo algo como "--hostkey 306 64" (para a tecla Ctrl esquerda). Basta adicionar este parâmetro no comando para iniciar a VM, como em:

$ VBoxSDL -vm "Windows XP" --hostkey 306 64


Para não precisar ficar especificando o parâmetro todas as vezes, adicione um alias para o comando no final do arquivo ".bashrc" dentro do seu diretório home, como emalias VBoxSDL='VBoxSDL --hostkey 306 64'. Dessa forma, sempre que executar o comando "VBoxSDL" os parâmetros serão incluídos automaticamente pelo interpretador. Você pode também adicionar outros parâmetros que você use sempre. Voltando às opções, para iniciar a VM em tela cheia, adicione o parâmetro "--fullscreen". Para iniciar a VM com uma quantidade diferente de memória RAM que a configurada, use o parâmetro "--memory", especificando a memória desejada (em MB) como em:

$ VBoxSDL -vm "Mageia" --memory 512


A opção "--cdrom" permite especificar manualmente uma imagem ISO, enquanto a "--boot" permite especificar manualmente a ordem de boot ("a" para disquete, "c" para o primeiro HD, "d" para o drive óptico e "n" para rede). Você pode usar as duas para fazer a VM iniciar diretamente pelo CD quando precisar reinstalar ou modificar o sistema, como em:

$ VBoxSDL -vm "Ubuntu LTS" --cdrom /mnt/sda6/ISOs/linuxmint.iso --boot d

O problema nesse caso é que a VM será criada usando as configurações padrão (apenas 128 MB de RAM, sem disco virtual, etc.). Para criar o disco virtual, você usaria o comando a seguir, especificando o arquivo (para manter as coisas organizadas, crie um arquivo .vdi dentro da pasta da VM com o mesmo nome) e o tamanho máximo (em MB). O default é já criar um disco de tamanho variável:

O VBoxSDL suporta vários outros parâmetros, que você pode checar usando o "man VBoxSDL".


Fonte:
Carlos Morimoto


sábado, 7 de novembro de 2015

COMO RECUPERAR O GRUB

COMO RECUPERAR O GRUB 

Um dos acontecimentos mais frequentes com os usuários de dual boot é a "perca" do Grub. Um usuário tem dois sistemas operacionais, Windows e Ubuntu, por exemplo. Isso acontece quando você precisa, por exemplo, formatar seu velho e defeituoso Windows, que ao ser reinstalado apaga a MBR, local onde é guardada informações do disco como ordem de boot, partições etc. 


O nosso GRUB fica localizado na MBR, então para recuperá-lo de forma simples e fácil siga as instruções a seguir: 

Você vai precisar de um CD-Live (no meu caso utilizei a versão 9.04 do Ubuntu). 

Depois de carregado o Live-CD, entre no seu terminal e digite os comandos a seguir: 

1. Verificando a partição referente ao seu GNU/LINUX: 


$ sudo fdisk -l
(caso esteja utilizando outro SO que não o Ubuntu, faça o login como ROOT) 

2. Vamos montar o seu sistema de arquivos na sua partição GNU/Linux no diretório /mnt. 


$ sudo mount -t ext4 /dev/sda6 /mnt 
Neste caso o meu sistema de arquivos é EXT4 e a minha partição Linux é a sda6, troque esses campos conforme a sua configuração. 
3. Instalação do Grub: 


$ sudo grub-install --root-directory=/mnt /dev/sda 
pronto agora reinicie com reboot

Bem pessoal, é isso! Espero ter ajudado, qualquer coisa estamos aí.

Publicado por Marlon Santos Parente

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Mudando a configuração do Encoding de UTF8 para ISO-8859-1

Bom, tudo começou quando precisei fazer uma busca de arquivos no servidor de arquivos. Quando percebi que quando eu listava os arquivos, os que tinham acentos, vinham todos com caracteres loucos. Eu até pensei que era algo de configuração no proprio servidor mas percebi que só acontecia quando eu acessava remotamente por ssh. Então pesquisando no grandioso google, percebi que tambem existia várias pessoas com o mesmo problema, então depois de umas horas procurando achei um script que fazia quase tudo, então peguei o script e acrescentei algumas linhas e deu tudo certo.
Então vamos ao que interessa.
Crie uma pasta chamade de Encoding e dentro dela crie quatro arquivos: environment, local, locale e AlterarEncodig.sh.
No arquivo environment, coloque as linhas abaixo: 
PATH=”/usr/local/sbin:/usr/local/bin:/usr/sbin:/usr/bin:/sbin:/bin:/usr/games”
LANG=”pt_BR”
LANGUAGE=”pt_BR:pt:en”
No arquivo local, coloque as linhas abaixo:
pt_BR.ISO-8859-1 ISO-8859-1
en_US.ISO-8859-1 ISO-8859-1
No arquivo locale, coloque as linhas abaixo:
LANG=”pt_BR”
LANGUAGE=”pt_BR:pt:en”
No arquivo AlterarEncodig.sh, coloque dentro dele os códigos abaixo:
#!/bin/bash
echo "Esse script mudará a configuração do Encoding de UTF-8 para ISO-8859-1."
echo "É necessário que voce esteja logado como root para execução do script!"
echo "Para continuar digite y(YES), caso contrário digite n(NO)!"
read var
if [ $var = "y" ]; then
echo "Iniciando Mudanca no Encoding."
echo "Removendo arquivos da variavel locales!"
rm -r /var/lib/locales/supported.d/*
sleep 2
echo "Copiando novo arquivo local para variavel locales!"
cp -r local /var/lib/locales/supported.d/
sleep 2
echo "Alterando o arquivo locale do /etc!"
cp -r locale /etc/default/
sleep 2
echo "Alterando o arquivo environment do /etc!"
cp -r environment /etc/
sleep 2
echo "Adicionando pt_BR pt_BR.ISO-8859-1 em /etc/locale.alias"
echo "pt_BR pt_BR.ISO-8859-1" >> /etc/locale.alias
sleep 2
echo "Adicionando variaveis em /etc/profile"
echo "export LANG="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_CTYPE="pt_BR""  >> /etc/profile
echo "export LC_NUMERIC="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_TIME="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_COLLATE="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_MONETARY="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_MESSAGES="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_PAPER="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_NAME="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_ADDRESS="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_TELEPHONE="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_MEASUREMENT="pt_BR"" >> /etc/profile
echo "export LC_IDENTIFICATION="pt_BR"" >> /etc/profile
sleep 4
echo "Executando comandos para configuração do Encoding!"
localedef pt_BR -i pt_BR -f ISO-8859-1
sleep 5
localedef pt_BR.ISO-8859-1 -i pt_BR -f ISO-8859-1
sleep 5
localedef pt_BR.ISO8859-1 -i pt_BR -f ISO-8859-1
sleep 5
dpkg-reconfigure locales
sleep 5
locale-gen -purge
sleep 5
locale-gen
sleep 5
echo "Pronto! Agora será necessário reiniciar o seu sistema.
Salve e feche todos os aplicativos que estiverem abertos."
echo "O sistema pode ser reiniciado?"
echo "Digite y(yes) ou n(NO)."
read ver
if [ $ver = "y" ]; then
echo "Reiniciando o Sistema!"
reboot
else
echo "O sistema será reiniciado manualmente."
fi
else
echo "Cancelado pelo usuario!"
fi
exit
Depois de ter feito esses passos agora vamos dar permissão de execução no arquivo AlterarEncodig.sh.
chmod +x AlterarEncoding.sh
Pronto agora é só executar:
./AlterarEncoding.sh


 Fonte: Thales Eduardo

            Linux for human beings